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Liga dos Campeões: FC do Porto derrotado (1-4) perante um Liverpool super eficaz

Liga dos Campeões: FC do Porto derrotado (1-4) perante um Liverpool super eficaz

Depois da derrota por 2-0 em Liverpool o FC do Porto tinha a difícil tarefa de marcar 3 golos sem sofrer, para almejar seguir em frente. Sofrer um golo passava a tarefa a quase impossível, o que aconteceu aos 28m e quase arrumou a questão.

O FC do Porto entrou moralizado e demonstrando vontade de chegar ao golo. Segurou o jogo, a bola, atacou bem, criou algumas oportunidades, mas no momento final tudo falhava, fosse pela também oposição da defesa do Liverpool, pela precipitação, ou mesmo pela dificuldade em fazer o que por vezes parecia fácil.

O Liverpool, com a vantagem trazida parecia encostado atrás, mas na realidade, como se veio a provar era mais consentido que uma obrigação. De tal forma que na primeira vez que desceu à baliza de Casillas, após 13 lances de ataque do FC do Porto, e num lance que parecia inofensivo foi letal e adiantou-se no marcador, passando a vencer por três golos na eliminatória, já com a vantagem de um golo marcado fora, o que significava que o FC do Porto teria que marcar 4 golos para inverter a desvantagem. Ninguém no estádio acreditaria ser possível nos 60 minutos que restavam.

Perante este cenário totalmente desfavorável o FC do Porto perdeu o ânimo que teve até aí, e foi a vez do Liverpool se instalar no meio campo adversário, ainda que sem oportunidades flagrantes, o que se manteve até final do primeiro tempo.

Com a entrada do segundo tempo e apesar da desvantagem o FC do Porto apareceu como que rejuvenescido, e com vontade de chegar no mínimo ao empate, contudo não só não conseguiu como até sofreu o segundo, o que não inibiu o FC do Porto de continuar a tentar acabando por ser premiado com um golo de de cabeça de Militão a subir mais alto que as torres inglesas, 2 a 1 marcador, como que a responder com raça ao apoio que o público lhes dispensou no momento do segundo golo sofrido, que mais parecia golo da equipa da casa com o estádio todo levantado e a baterem palmas. Momentos de espetáculo raro, mas sem dúvida um dos motivos que torna o jogo apaixonante.

Seria contudo sol de pouca dura pois logo a seguir o Liverpool fez o terceiro, e pareceu que a partir dai só interessava ao FC do Porto que o jogo acabasse rápido parecendo prever que não ficaria por ali o resultado negativo. De facto o Liverpool a chegaria ao quarto golo, resultado que fechou o encontro e a eliminatória com uns expressivos 6 a 1.

Para Sérgio Conceição, há várias coisas para dizer: “Os jogadores tiveram um comportamento fantástico. Pressionamos o adversário, fiéis à nossa identidade. Estivemos muito bem na ocupação de espaço, a nível estratégico. Faltou eficácia até ao golo, que surge do nada, um lance inofensivo, quando nem tinham chegado ao último terço. Depois foi a cabeça dos jogadores a saberem que teriam que marcar 4 golos.

Tivemos uma primeira parte de muita classe mesmo até aos 65 quando apareceu o segundo golo. Demos uma resposta de muita qualidade. Notou-se aquele som das bancadas que me fez arrepiar, mas depois do 2-1 surgiu o 3-1 e a partir daí o jogo ficou sem história. É injusto esta falta de eficácia. O FC do Porto fez um jogo muito acima da média. Penso que nos faltou uma pontinha de sorte, mas os meus parabéns aos meus jogadores”, finalizando: “Os adeptos são sempre muito importantes. A minha equipa não depende do que se passa fora do grupo de trabalho, não depende do protagonismo que dão a algumas equipas. Não olhamos para fora do Olival, mas sim dentro, e essa é a nossa força.

 

 

Imagens

17-Apr-2019 às 23:14, Francisco Bacelar

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