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Ontem como hoje, já lá vão 19 anos!

Ontem como hoje, já lá vão 19 anos!

Opinião de Artur Bacelar, Diretor de Informação do Jornal Maiahoje.

Faz hoje, 5 de fevereiro de 2019, 19 anos que o MaiaHoje apareceu pela primeira vez nas bancas. Desde então, saíram da rotativa 460 edições ininterruptas e umas tantas edições especiais temáticas que chegaram a atingir os 60.000 exemplares numa só edição.

Nada fácil, mas ontem como hoje, mantemos os mesmos princípios de isenção, pluralismo e democracia, cumprimento do código deontológico dos jornalistas e um serviço de referência para a comunidade maiata.

A notícia, para nós, é algo sagrado que tem que ser editada segundo os referidos princípios, mesmo que – e sucede muitas vezes – a notícia não seja coincidente com a nossa opinião nas diversas matérias. A notícia é, para nós, a arte que moldamos com o brio de quem gosta da sua profissão.

Ao longo de 19 anos, também fomos aprendendo que nem sempre uma notícia que nos chega às mãos é inocente e verdadeira, que apesar de muitas vezes contada, ampliada nas redes sociais, não se torna verdade.

Apesar de tudo, de muitas vezes sabermos que estamos perante uma tentativa de instrumentalização, não deixamos de publicar notícias, no entanto, essas fontes tiveram que as assumir, assinando através de comunicado ou de outra forma pessoal.

Ao longo de 19 anos, vestimos a capa de jornalistas, mas nunca de juízes ou polícias porque não é a nossa função. Por baixo da capa estão homens e mulheres que foram criticados por terem opinião própria, por serem Homens e que tiveram muitas vezes de oprimir a sua opinião pessoal, por exemplo nas redes sociais, por quem se diz defensor da democracia.

Lidamos com factos e assim, em 19 anos, nunca tivemos de desmentir uma notícia, quando muito, tivemos que rectificar algum termo técnico, que não desvirtuasse a mesma. Errar é humano e por isso não podemos dizer que dessa água não beberemos, o que garantimos é que tudo fazemos para que a notícia cumpra com os princípios democráticos e jornalísticos, sem pressões, seja de que forma vierem revestidas, e não julgue o leitor quais as suas origens, porque, literalmente, são de todo o lado e às vezes de onde não se esperava.

Estamos a preparar o MH do futuro que, apesar de não abdicar do papel como instrumento fundamental de comunicação, abraçará fortemente o plano multimédia.

Obrigado a todos os nossos leitores e àqueles que connosco colaboram e colaboraram, dando o seu contributo para que hoje estejamos a festejar esta data.
Até para o ano, se Deus quiser e os maiatos assim o continuarem a desejar!

05-Feb-2019 às 13:22, Ana Sofia Silva

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