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Autárquicas em Matosinhos aquecem motores

Autárquicas em Matosinhos aquecem motores

Após a sua apresentação pública no passado mês de outubro, a Plataforma de Candidatura à CM Matosinhos, nas Autárquicas de 2021, MI, realiza no próximo sábado, 19 de janeiro, o seu 1º Encontro, que terá lugar no Sea Porto Hotel, pelas 17 horas.

O 1º Encontro da candidatura MI - Matosinhos Independente, encabeçada por Joaquim Jorge, contará, na primeira parte, com a presença de Paulo Morais, presidente do Movimento Frente Cívica, que abordará o tema "Negócios nas Câmaras: Urbanismo e Boys". 

Paulo Morais, que se tem notabilizado pelo combate à corrupção, faz parte das personalidades que não integram este movimento, mas «acederam dar o seu contributo descomprometidamente, que vamos ouvir e aconselharmo-nos», refere Joaquim Jorge, fundador do MI, acrescentando que «A política é um mundo complicado e há quem tudo faça para se manter no poder, construindo grupos de interesse e de entre-ajuda, que se defendem e atacam, tendo acesso a tudo e uns dos outros, usando as amizades e uma rede clientelar nociva ao regime democrático.
Pelos vícios e pecados nas câmaras paga-se um preço muito alto que os seus cidadãos estão fartos, é preciso promover iniciativas sustentadas para todos e não somente para alguns.
Temos que transformar o que está mal e defender o que está bem, mas fazer compreender aos cidadãos o jogo institucional em que se insere a democracia» disse. 

Na 2ª parte do encontro, já sem a presença de Paulo Morais, será apresentado publicamente, por Joaquim Jorge,  o 1º proponente da candidatura Matosinhos Independente: Maria Lídia Viterbo Silva Cruz, licenciada em Filologia Românica, professora de Português do Ensino Secundário no Agrupamento de Escolas Abel Salazar, em São Mamede Infesta.

Joaquim Jorge explica que «os proponentes têm que ser matosinhenses recenseados no concelho, isto é, que votem no concelho. Qualquer matosinhense pode assinar a declaração de propositura para concorrermos às eleições autárquicas em 2021, isso não quer dizer que nos apoiem, mas que nos permitem ser uma alternativa ao poder instituído em Matosinhos que fará, em 2021, 47 anos».

Para o também fundador do Clube dos Pensadores «esta candidatura é genuinamente da sociedade civil, estamos a começar do zero e a construir uma alternativa de poder independente ao PS, para isso temos que recolher as assinaturas necessárias (15.000). 

Cada matosinhense está em sua casa em qualquer lugar de Portugal ou do Mundo, não é necessário viver em Matosinhos para se gostar e amar Matosinhos.

Reclamamos um bom uso dos impostos e o carácter inédito de começar com 3 anos de antecedência e recusamos o status quo, a tirania do subsídio e o medo. O nosso objectivo não é só ganhar as eleições, mas fazer as coisas bem.

Não somos “socialistas fóbicos”, mas está na hora de virar a página. O domínio absoluto que o PS tem tido na CM Matosinhos deve deixar de existir.

Mas somos contra a cegueira voluntária dos matosinhenses que recusam saber o que se passa na câmara: uns por comodismo, outros por distracção, outros porque lhes dá jeito», referiu. 

14-Jan-2019 às 18:52, Ana Sofia Silva

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