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“Rotary faz a diferença” é a “batalha” de Artur Castro

“Rotary faz a diferença” é a “batalha” de Artur Castro

Transmissão de tarefas para novo presidente.

O Rotary é, segundo dizem «uma organização de líderes de negócios e profissionais que prestam serviços humanitários e fomentam um elevado padrão de ética em todas as profissões».Com uma estrutura diretiva anual, no passado dia 18 de Julho, decorreu em S. Pedro de Avioso, a cerimónia de transmissão de tarefas entre o presidente anterior, Paulo Ramalho (2016/2017) e o novo presidente para o ano rotário de 2017/2018, Artur Lopes de Castro.Numa cerimónia que contou com a presença de, entre outros ilustres, Bragança Fernandes, Luciano Gomes, Bernardino Costa Pereira, Manuel António e Olga Freire, o presidente cessante, Paulo Ramalho disse ao MaiaHoje que o seu mandato foi uma experiência particularmente positiva «devo até dizer que me surpreendeu muito porque eu, quando comecei o ano rotário, tinha algumas dúvidas que a nossa equipa fosse capaz de produzir aquilo que acabou por produzir, uma vez que eu também não sou uma pessoa com muito tempo disponível». Em jeito de balanço Paulo Ramalho diz que «o Rotary Club da Maia tem uma série de projetos em curso que esses são projetos que, independentemente de quem seja presidente, tem que o gerir uma vez que há uma continuidade nos mesmo. Como é o caso do ICM (Instituto Cultural da Maia) que é um projeto que há cerca de 14 anos vimos gerindo, com a nossa Universidade Sénior. Tivemos este ano um projeto de literacia e saúde oral, um projeto que mobilizou crianças dos infantários da ASMAN (Associação Solidariedade Social Mouta Azenha-Nova) e da Santa Casa da Misericórdia da Maia em que, de alguma forma, promovemos a educação para a saúde oral. Tivemos um projeto que eu gostei muito de participar que foi o projeto Bootcamp em Empreendedorismo Social em que, através do Instituto de Empreendedorismo Social, conseguimos fazer um projeto que promovia e ensinava jovens a trabalhar de forma sustentável a construção de projetos de empreendedorismo social que foi uma coisa notável em parceria com a Fundação Auchan. Tivemos uma parceria com o Instituto Português de Afasia em que ajudamos este grande projeto que visa permitir a reinserção na comunidade e na família de pessoas que têm dificuldade na comunicação, fruto da doença ou de acidentes (como AVC’s). Tivemos também um projeto com a Conferência Vicentina da Maia que permitiu que ajudássemos famílias mais frágeis da nossa comunidade, um projeto também muito importante, aliás devo relevar o grande trabalho que esta Conferência Vicentina faz na Maia. Tivemos também o projeto dos prémios escolares em que distinguimos os melhores alunos das escolas do ensino técnico-profissional do concelho da Maia. Um projeto muito importante foi também o projeto internacional “Banco de Leite para São Tomé e Príncipe”, que vai continuar no próximo ano, em que angariamos fundos que depois entregamos ao banco de leite para que se pudesse adquirir leite em pó e farinhas lácteas para as crianças daquele país. Temos também um projeto que já veio do ano passado e que vai continuar este ano em que ajudamos um grupo chamado GEPE (Grupo de Entreajuda na Procura de Emprego). São pessoas que perderam o seu emprego e estão a tentar regressar à vida ativa através de novas soluções profissionais. E houve um momento muito particular este ano que foi a escolha do profissional do ano em que distinguimos Os Pequenos Cantores da Maia pelos seus 25 anos que foi, de facto, um momento grande no nosso clube. Ou seja, foi um ano cheio em que tentamos corporizar um bocadinho aquele lema dos rotários  “Dar de si antes de pensar em si” e tentamos também promover o lema do ano rotário 2016/2017 que era “Rotary ao serviço da humanidade”, portanto, foi isto que nós fizemos, sempre pensando naquelas pessoas que têm mais dificuldades, as mais fragilizadas da nossa comunidade e, acima de tudo, procurando dar testemunho de uma forma de viver, pensando mais no próximo, uma vez que para nós sermos felizes os outros também têm que o ser, é esse o nosso lema», disse o anterior presidente. 
Já Artur Castro, o novo presidente, disse ao MaiaHoje que «O lema internacional rotário deste ano é “Rotary faz a diferença”. O Rotary já tem mais de cem anos e, à imagem de anos anteriores, o objetivo é sempre servir a comunidade, procurar as necessidades da comunidade, arranjar financiamentos e desenvolver projetos que supram essas necessidades. Portanto, continuando o excelente trabalho desenvolvido no ano passado pelo Paulo Ramalho, a ideia é continuar uma série de projetos que já vêm de anos anteriores e desenvolver, como sempre, pelo menos dois projetos novos em parceria com a Fundação Rotária Portuguesa, que nos financia metade dos nossos investimentos, e continuar a servir a comunidade».
O presidente disse ainda que o grande projeto é o Instituto Cultural da Maia «a Universidade Sénior, que vamos continuar. Estivemos presente na sua criação e estamos sempre presentes na sua gestão. Depois temos, por exemplo, o grupo de apoio aos desempregados, que vamos continuar a apoiar. Temos uma parceria com a Casa da Amizade, que é um grupo paralelo ao nosso, que também desenvolve os seus projetos. O desenvolvimento dos Prémios de Mérito Escolar que também vão continuar. Os dois projetos novos que vamos desenvolver também irá depender das áreas de financiamento que a Fundação Rotária for atribuir e depois aí iremos escolher os projetos. Temos duas etapas de candidatura, penso que uma termina agora no final de Setembro. Portanto, até lá temos que perceber o que é que a Fundação Rotária poderá financiar, que tipo de projetos e nós teremos que identificar essas necessidades», disse a terminar.

Manuel Jorge Costa
08-Aug-2017 às 16:15, Ana Sofia Silva

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