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Maia, Capital do Outdoor, já!

Maia, Capital do Outdoor, já!

Opinião do diretor de informação do Jornal MaiaHoje.

Mais uma vez deixo aqui a minha opinião sobre o “estado” das autárquicas na Maia. Tenho a certeza que os nossos leitores já saberão de cor que este é o único espaço do jornal onde escrevo e opino, mas há sempre quem insista na velha história de colarem o jornal, no seu todo, a esta minha crónica.
Habituados a efectuarem pressão sobre os jornalistas, certas pessoas colocam-nos rótulos, confundindo o trabalho profissional com a opinião pessoal, na nítida tentativa de que através do receio, o jornalista se iniba de escrever o que é factual. Pode até resultar com alguém menos experiente nestas coisas, mas não na minha equipa.
Na hora da escolha, que ninguém tenha dúvidas que o jornalista veste a “pele” de eleitor e cidadão e irá traduzir o que lhe vai na alma em voto. Até lá, este é o seu trabalho e nada, mas nada do que possam fazer, poderá colocar em causa o seu bom nome. É esta a mensagem que passo aos meus colaboradores e aquela que sigo à risca. Se assim não fosse, não faria parte deste projecto independente e aberto à comunidade que é o Maiahoje.
Esta semana não poderia de deixar de escrever sobre o processo desastroso do PSD na escolha do candidato à Câmara de Matosinhos. Depois de aprovado o nome de Joaquim Jorge na concelhia, para minha surpresa, o nome foi vetado na distrital laranja. Não coloco em causa o direito de veto, mas sim o arrastar de uma decisão que, a ser vetada na distrital, deveria ter sido tomada há mais tempo não sendo necessário esperar pelos “tramites” da concelhia. Não acreditando que Bragança Fernandes seja o “culpado” de tal processo, este caso não deverá arrefecer mesmo depois das eleições, sendo que estará na hora de alguém na vice-presidência nacional apresentar a sua exigível demissão.
Assim, numa quinzena de muita actividade para o PS, com três apresentações, e nula ou quase nula para as outras candidaturas, difícil será escrever sobre as outras.
No entanto, o facto mais badalado, ultrapassando largamente a “normal” actividade partidária, é o exagero de outdoors da coligação socialista espalhados por todo o concelho e não só, chegando mesmo, à falta de território, à utilização de espaços em vários municípios vizinhos. Este excesso que em alguns casos poderá alegadamente ser mesmo ilegal, tanto pela quantidade, como pelo seu posicionamento, não será muito abonatório para qualquer campanha.
Quando arrancar verdadeiramente a campanha, com todos os partidos a colocarem outdoors para a Câmara, Assembleia Municipal e Freguesia, teremos um novo ciclo, o da Maia, Capital do Outdoor.
21-Jun-2017 às 15:12, Ana Sofia Silva

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