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Sotaque castelhano em terras de Lidador

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O uruguaio Alan Matías Presa (Kuota Construciones Paulino) venceu hoje a primeira etapa em linha do 27.º Grande Prémio Jornal de Notícias, uma ligação de 138,1 quilómetros, entre Ovar e a Maia, que permitiu ao espanhol, Raúl Alarcón (W52-FC Porto) ar

A tirada decidiu-se ao sprint, no traiçoeiro empedrado maiato, onde a meta está colocada numa ligeira subida. Estas caraterísticas impediram a maior parte dos sprinters puros de estar na discussão da prova, onde o vice-campeão uruguaio de fundo, Alan Matías Presa, ao serviço da equipa amadora galega Kuota Construciones Paulino foi o mais rápido.
Alan Matías Presa bateu, com alguma surpresa, mas com à vontade, os espanhóis Jesús Ezquerra (Sporting-Tavira) e Raúl Alarcón (W52-FC Porto), que, por esta ordem, completaram o pódio da jornada.
«Foi uma vitória muito bonita, a minha primeira vitória na Europa entre profissionais. Na semana passada ganhei uma tirada na Volta à Corunha, mas hoje, pela primeira vez, bati corredores de equipas profissionais europeias», regozijou-se Alan Matías Presa, velocista conceituado no Uruguai, mas que só agora chega à Europa, a poucos meses de completar 27 anos.
A tirada permitiu à equipa W52-FC Porto baralhar e dar de novo, ou seja, passar a camisola amarela do luso Amaro Antunes para o espanhol Raúl Alarcón. O valenciano, dizia na altura «Vamos tentar manter a camisola amarela até ao fim. Temos bons corredores que estão num excelente momento e somos seis praticamente com o mesmo tempo. Há que saber jogar taticamente com isso, porque o mais importante é que a camisola amarela fique na equipa. Eu sou apenas uma das hipóteses da equipa, mas sinto-me bem e gosto muito desta corrida e do seu percurso», confessou Raúl Alarcón.
A primeira etapa em linha acabou, como se previa, por ser decidida ao sprint. Houve, no entanto, um grupo de dez corredores que tentou remar contra a maré, saindo do pelotão com 15 quilómetros percorridos para procurar protagonismo. Oito desses homens levaram a fuga para a fase final, mas apenas três se destacaram, o português Nuno Meireles (Equipo Bolívia), porque ganhou os dois prémios de montanha e vestiu a camisola de melhor trepador, o compatriota Zulmiro Magalhães (LA Alumínios-Metalusa BlakcJack), porque garantiu o direito à camisola das metas volantes, e o espanhol Óscar Hernández (Louletano-Hospital de Loulé), mais combativo, apenas alcançado a 10 quilómetros do fim.
A segunda etapa, a disputou-se na sexta-feira passada, partindo da Maia, às 9h30, para uma viagem de 83,7 quilómetros, que terminou no alto de Santa Luzia, em Viana do Castelo. 
07-Jun-2017 às 15:22, Ana Sofia Silva

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