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Caso da Legionella detectada na Sakthi foi em Novembro 2016. Análises desde então são negativas.

Caso da Legionella detectada na Sakthi foi em Novembro 2016. Análises desde então são negativas.

Assunto estará resolvido e constantemente monitorizado.

Na noite de ontem, o Maiahoje soube através de um canal televisivo de notícias que a Direcção Geral da Saúde (DGS) terá, na última semana de Fevereiro, detectado um caso de legionella, numa unidade fabril da Maia.

Ao que se dizia haveria pelo menos um caso confirmado da "doença dos legionários" e cerca de 6 que estariam sob suspeita.


Já hoje de manhã, contactada a autarquia, desconhecia-se qual a empresa em causa, adiantando o seu presidente, Bragança Fernandes, que estava «indignado pelo facto da autarquia não ter sido informada pela DGS dirigida por Francisco George».


Durante a manhã o Maiahoje soube que se tratava da Sakthi, uma fábrica instalada na zona industrial de Vermoim, que se dedica ao fabrico de componentes automóveis.


Segundo o que apuramos, o problema estará resolvido ou pelo menos confinado, dado que esta unidade fabril está sob constante vigilância devido às emissões poluentes e aos filtros de que dispõe para colmatar o problema, disse fonte da autarquia.


No local, Mariz dos Santos, morador de uma das muitas residências familiares na zona disse que estava muito preocupado com a situação dado que os moradores têm vindo a alertar para o perigo desta fábrica e que tal poderá ser potenciado pelo facto de utilizarem a água de um ribeiro para o processo de fabrico e eventualmente para descarga de efluentes, havendo inclusive, um processo em Tribunal a decorrer por outros motivos, mas também ambientais.


Na Câmara Municipal da Maia, Silva Tiago, vice-presidente, em conferência de imprensa deu visibilidade à insatisfação do município para com a Direcção Geral de Saúde, dado que alegou terem «tido conhecimento do caso pela imprensa e até ao momento, apesar dos esforços, não receberam qualquer nota da DGS». No entanto pediu à população que se mantenha calma e que «mantenham a confiança na autarquia dado que estão em cima do acontecimento que ao que é público estará já controlado e alegadamente em situação de normalidade».


O Maiahoje esteve na empresa e teve a oportunidade de ouvir o seu administrador delegado, Jorge Fesch, que disse que apenas tem conhecimento de um caso, relativo a Novembro de 2016, que terá afectado um trabalhador que está já totalmente recuperado.


Para o administrador «a empresa adoptou desde logo as medidas necessárias e recomendadas, está devidamente assessorada na matéria por empresas especializadas, somos cumpridores e o problema detectado em Novembro, numa torre de refrigeração, desde essa altura, apesar da intensificação de análises, estas foram sempre negativas. Por outro lado, fala-se em sete outros casos e o administrador questiona se, a ser verdade, não serão sete outras empresas porque na sua todos os testes desde então são negativos», disse, acrescentando que «a DGS tem, desde então, controlado este despiste».

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14-Mar-2017 às 11:52, redacção

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